Um Ano na Terra: Mel, Amêndoa e Azeite ao ritmo da Natureza
Aprendemos cedo que uma empresa de agricultura deve produzir 3 produtos em tempos diferentes. Caso contrário… estaríamos parados parte do ano.
A Valle das Corujas celebra o interior de Trás-os-Montes com o mel, aqui vamos de fevereiro a junho ou julho, época intensa.
Em agosto, apanhamos a nossa amêndoa que vive a 600 metros de altitude e tem características únicas.
Em novembro… apanhamos a azeitona, de modo tradicional, em olival igualmente tradicional e de cultivo de sequeiro.

Seguimos o relógio da natureza, e como vê…
…. não há tempos parados.
Todo o ano trabalhamos, mais a nossa comunicação digital, os nossos envios, a criação de novos produtos. É uma empresa, tem a sua estratégia e objetivos.
Assim entendemos a agricultura transmontana, a possibilidade de produzir, respeitando a terra, a tradição e o consumidor, e a fazer da agricultura uma oportunidade de vida.
Defendemos a agricultura transmontana, mas queremos defender a agricultura nacional. Valorizar o produto está nas mãos de quem escolhe o agricultor português, com a possibilidade de lhe telefonar e tirar todas as dúvidas.
Quantos produtos no supermercado lhe dão esta sorte, falar com quem os faz?
Consuma agricultura nacional.
Mirandela. Trás-os- Montes

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Isso é o paraiso na terra! Já fiquei aí por uns tempos e nunca mais esquecerei! Em muitos dias mais amargos só penso em voltar, mas não tenho como. Felicidades para vocês e boas colheitas. Ficava em Torre de Dona Chama, logo aí a seguir. Não esquecerei mais o sabor do pão da D.Toninha e do Sr. Antonio e fui algumas vezes à sua padaria em Mascarenhas. As cerejas aí também eram deliciosas.
Que bonito receber uma mensagem assim! 😊 É mesmo uma terra muito especial, e ficamos muito felizes por saber que guarda essas memórias com tanto carinho.
Torre de Dona Chama, Mascarenhas, o pão da D. Toninha e do Sr. António, as cerejas… são memórias que fazem parte da identidade desta nossa terra e que, felizmente, ainda hoje podemos encontrar por aqui.
É pena que não tenha possibilidade de voltar, mas quem sabe um dia a vida não lhe dá essa oportunidade. Quando voltar por estes lados, teremos muito gosto em recebê-lo e em lhe mostrar como está a nossa terra.
Um grande abraço e obrigado por nos ter contado um bocadinho da sua história connosco. E, claro, desejamos também que venham boas colheitas! 🌿🍯